Fotografia de AF
quinta-feira, 7 de janeiro de 2016
terça-feira, 29 de dezembro de 2015
AUTORES & LIVROS
Nhesu Ha
Nhesu, tendotá Guarani, oñorãiróva pe i hente, hekó
ha ijyvy rehe hápe, petei tenondeté ojokó vaekue pytã kuera pe
pe ymã XVII Sa pe, ko ágã pea Ojapova kuera rendá - RS
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Autores & Livros
Inês Hoffmann e Nelson Hoffmann
Antonio Fabiano é
uma revelação. Poética. Para nós. Recebemos Cancioneiro da terra, poemas. Lemos, guardamos, tornamos a ler.
Pouco depois, ainda degustando o livro, recebemos Nas pontas dos pés, novos poemas. Este com o aval de Ferreira
Gullar. Da leitura de ambos, ficamos com uma estranha inquietude de ligação
Terra-Céu, num mundo estranho de calcinação e sofrimento. Até William Blake, com seu The marriage of heaven and hell, nos passou pela cabeça. Antonio
Fabiano é poeta de essência, o acidente é invólucro. Atente-se, de verdade,
para esse nome. Quem tiver um mínimo de chance de ler algum
poema dele, não perca a chance, leia, medite, releia.
Nhesu Ha / O Nheçuano
Ano 6 - Número 27 - Roque Golzales, RS - Agosto/Setembro 2015
terça-feira, 15 de dezembro de 2015
BURILADA LIRA
"Da poesia de Antonio Fabiano, dedilhei versos esparsos. E me
parece, pelo que espreitei, poeta senhor do ofício, de uma talhada, burilada
lira. Ou melhor, de uma “lira luminar de três mil sóis” [no poema “Lira e
toada”]. Que coisa bela!"
Dércio Braúna
Jornal O Mossoroense
22 de
Fevereiro de 2015
sexta-feira, 4 de dezembro de 2015
terça-feira, 17 de novembro de 2015
MANUSCRITADO...
Fac-símile publicado na revista da Academia Brasileira de Letras.
Revista Brasileira - Fase VIII - Julho-Agosto-Setembro 2015 - Ano IV - Nº 84
O CORPO
O corpo nasce
E se expande
Em sua natureza física
E psíquica.
Pelas ruas de suas veias
Trafegam carros de sangue.
Nos pés põe meias.
O corpo ama
E brinca de se esconder.
Veste-se de beleza
E despe-se
Com igual destreza.
Finge que é eterno
– e talvez seja.
Deitado
Dorme e sonha
O que deseja.
quinta-feira, 12 de novembro de 2015
O GADO RUMINA... O VAQUEIRO RUMINA...
ABOIO
Na hora crepuscular
do retorno,
quando o tangedor
nos encaminha
para o resguardo
de mais uma noite
que se avizinha,
seu aboio plangente
nos conduz numa espécie
de levitação.
E ao identificarmos
nosso nome
pronunciado na
melódica e arrastada
condução,
somos tomados
por um sentimento
que transpõe
a estremeção.
CONTRASTE
Festa no alpendre
dança e alegria
colóquio e cantoria.
Bebidas, aluares e
refrescos,
leitãozinho e frango
assados.
Em meio a tanta algaravia,
olho para o estábulo
e tudo é calmaria...
David de Medeiros Leite
In: RUMINAR (2015)
Sarau das Letras Editora Ltda.
domingo, 8 de novembro de 2015
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